Costureiras de Fantasias – A Pena Azul

Toda pós pornografia não dizia o suficiente do composto orgânico que existia depois da imagem das ancas largas, das ervas e temperos que saiam pelos cabelos, pelas pontas dos dedos, pelos pubianos quando o botão era acionado com tato. Mas essa inversão era perspectivismo, o clitóris ser o centro do mundo, a tal inversão ontológica. Papo reto com Sr. Colombo: a América já era bem povoada antes do Sr. Colombo dedilhar os pequenos lábios de sua vulgívaga, por índias que sim conheciam o clitóris, assim como conheciam botãozinhos de fios nervosos bem menores e excessivos por todo o corpo. A pena azul de ganso falso atiçando delicadamente a conjunção de fios nervosos. Que perda!

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Sobre Zona de Poesia Árida

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“Essa mostra Zona de Poesia Árida, tal qual a Poéticas do Dissenso não parece ser a coisa mais tranquila do mundo. Trazer a arte política, ou a intervenção urbana pra dentro do contexto do museu, principalmente sendo ele o MAR, que tem um histórico de gentrificação e de remoção de pessoas durante sua construção, sempre provocou muitos questionamentos. Eu queria falar um pouco dessas críticas que fazem a nós, para podermos pensá-las, sem ignorá-las, muito menos nos defender delas, mas como tentativa de aprofundar esses questionamentos, essas críticas, pensar em nossa decisão, que implicações isso tem, qual o teor da nossa aposta”.

Texto de Fabiane Borges e Élida Lima – Aqui:  sobre Zona de Poesia Árida

ZONA DE POESIA ÁRIDA

Foi bom encontrar os amigos de São Paulo no Zona de Poesia Árida – onde 16 coletivos de Arte de São Paulo expuseram

as obras de cerca de 15 anos de trabalhos, no museu MAR (Museu de Arte do Rio). Através de um projeto de coleção da Funarte, as obras foram vendidas para o MAR, que criou o acervo Zona de Poesia Árida.

A curadoria foi de Túlio Tavares e Daniel Lima, que chamaram os coletivos: A Revolução Não Será Televisionada, Bijari, Catadores de Histórias, Companhia Cachorra, Cobaia, Contra-filé, Dragão da Gravura, Eia, Elefante, Esqueleto Coletivo, Espaço Coringa, Frente três de Fevereiro, Mico, Nova Pasta, Ocupacidade, Políticas do Impossível.

Um panorama do intenso papel de arte política a partir do ano 2000. Zona de Poesia Árida fica em exposição de 27/01 a 31/05 no MAR – . Mas a Coleção fica permanentemente no Museu.

Eu e Élida Lima escrevemos um texto sobre isso tudo – https://catahistorias.files.wordpress.com/2015/01/sobre-zona-de-poesia-c3a1rida1.pdf

Aqui o vídeo da abertura, onde os coletivos falaram dos seus trabalhos e conceitos por traz deles. (29/01/2015)

Fizemos também uma rádio debate – que teve problema de som, porque fazia muito barulho no lugar escolhido, devido as construções do Porto Maravilha. Foram levantados três temas, pautados por três coletivos diferentes: Gentrificação, Poéticas delirantes e história da arte e Que tipo de redes somos.

Vídeo da rádio debate feito pela Midia Ninja

http://us.twitcasting.tv/midianinja/movie/137312344

Áudio do rádio debate feito pelo Daniel Lima

Aqui algumas fotos do evento:

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Divagações sem pretensões – 16 pontos para pensar a arte, a mendicância e a ruidocracia

Qual poder existe sem risco? Nessa caminhada ao sucesso e reconhecimento suas antigas urgências vão dando lugar a uma sensação de que habita um lugar ainda arriscado, mas sua urgência já não é pela vida em si mesma, nem pelo mundo, é por si mesmo. Vira uma marca, um logo, precisa fazer esse logo dominar o mundo, ou a queda iminente se apresentará com suas
garras de abismo. Ele urge, de um outro jeito, ainda reconhece possuir a pressa, o desespero, a vontade de poder e de mudança, mas precisa fazer tudo isso caber dentro do seu deadline.

Divagações sem pretensões – 16 pontos para pensar a arte, a mendicância e a ruidocracia

Pharmakon – Technoshamanism on the Rubishland

Fui convidada pela Veridiana Zurita a participar em um projeto chamado Pharmakon. Cada artista residente tinha que convidar um artista do seu gosto, ela me convidou para substituir Peter Pál Pelbárt que era sua primeira opção.

Os Ghosts estão as soltas, e como não poderia ser diferente, em Bruxelas também. O nome do encontro se relacionou com a questão do remédio e do veneno (Pharmakón), sobre as doses que torna um em outro.

THEMATICS PHARMAKON : WHITCH CULTURE ? BRUSSELS, 13 /10 -13 /12/14

Pharmakon : whitch culture ?

 

‘Pharmakon: whitch culture?’, is a Thematics artistic research residency project, taking place in Brussels from the 15th of October until the 15th of December 2014. This residency is one of the stages in the development of the broader, transnational ‘Pharmakon’ research project undertaken by Institut Nomade. The ‘Pharmakon: whitch culture?’ conference will last three days and will explore the theoretical and artistic approaches to dealing with an increasingly toxic economic, ethical and cultural environment, in search of other techniques by which to connect, share and imagine the fabric of our togetherness. As a ‘performative conference’, this meeting involves artists as well as theorists, dissolves the boundaries between ‘specialists’ and ‘public’, and between ‘performers’ and ‘theorists’, and opens up a space for desire and reflection.

Thematics is organized by Bains Connective, in collaboration with Institut Nomade, the a.pass research center and Kaaitheater.

TECNOXAMANISMO EM AARHUS – Dinamarca

Autodetermination, liberty and sustainability in the anthropocene

http://www.modspil.dk/test/open_call__technoshamanism_encounter_in_aarhus.html

It was a very nice meeting, with permaculture, discussions, rituals in the open space Aarhus. Here you can see some links of photos and records of the event.
[Images of the event https://www.flickr.com/photos/22405820@N08/sets/72157649435839485/]

[Sound Record of the event first day – https://archive.org/details/TechnoshamanismInAarhus]

Sound Record of the event second day – https://archive.org/details/TecnoshamanismMeetingAarhusDinamarc-SecondDayt

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ACTAMEDIA – LUSOTOPIA NA MEDIAPÓLIS

Fui convidada por Artur Matuck para participar do encontro ACTAMEDIA, em Portugal e cá estamos.

Foi super interessante conhecer as pessoas que fazem parte desse circuito. Teve muita discussão sobre arte, Espaço, internet, robos, máquinas, engenharia, arquitetura, autoria, virtualidade, intervisualidade e eu trouxe o tema do tecnoxamanismo.

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ActaMedia XI

Simpósio Internacional de Artemídia e Cultura Digital

Lusotopia na MediaPolis: Linguagens e Tecnologias

Lisboa, Coimbra, São Paulo

Evento binacional: Portugal e Brasil

Palácio Foz – Lisboa, Portugal – 13 e 14 de novembro de 2014

Universidade de Coimbra – 18 e 19 de novembro de 2014

Centro Cultural São Paulo – São Paulo, Brasil – 3 e 4 de dezembro de 2014

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O tema do Acta Media 11 – Lusotopia na MediaPolis: Linguagens e Tecnologias – aborda a ação e o impacto das mídias digitais na sociedade lusófona atual. Pesquisadores, acadêmicos e artistas de diversos países de língua portuguesa estarão se reunindo, presencial e virtualmente, para elaborar o futuro utópico da lusofonia, apresentar e debater trabalhos tecno-científicos, a partir do conceito de MediaPolis – essa cidade de silício que existe através das mídias digitais.

O simpósio busca, por meio de diferentes registros impressivos  e expressivos em língua portuguesa, um traço comum a vincular cidadãos e agentes de um novo território virtual da comunidade lusófona.

Perguntamo-nos de que modo a revolução tecnológica digital se dissemina e transforma a luso-esfera.Indagamos como a comunidade lusófona pode tornar-se um veículo de pensamento para o digital.

Os desdobramentos dessa temática relacionam as Comunidades Virtuais e as Mídias Digitais a diversas disciplinas, especialmente Linguística,  Literatura, Filosofia, Arte/Estética, Ciências Políticas, Antropologia, Comunicação e Geografia, dentre outras co-relacionadas.

PROGRAMAÇÃO

Colabor

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