Os Anseios das Cunhãs

Regina Lúcia Azevedo, diretora do média metragem Os Anseios das Cunhãs (20 a 30 de julho/2014), me convidou para participar das filmagens como treinadora de elenco. Fizemos três dias intensivos de oficinas baseados em esquizodrama, processo imersivo, trabalho de texto e voz na Casa do Cinema em Manaus. Foi muito bacana conhecer as pessoas, as cunhãs locais e de outros lugares como de Fortaleza.

Também fizemos contato com as Amazonas da APAM (Associação das Prostitutas da Amazônia)

 

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Reportagens e links

Começam as filmagens do curta amazonense os anseios das cunhãs

http://www.portalamazonia.com.br/cultura/variedades/comecam-as-filmagens-do-curta-amazonense-os-anseios-das-cunhas/

 

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Aqui umas fotos

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PROJETO COPAS – 12 CIDADES EM TENSÃO

PROJETO COPAS – 12 CIDADES EM TENSÃO –  Brasil – junho 2014

Durante a copa, fizemos um projeto chamado PROJETO COPAS – 12 CIDADES EM TENSÃO. A ideia foi fazer uma cartografia que se tornará uma publicação, mostrando as tensões, insurgências, manifestações estéticas e políticas que aconteceram nas 12 cidades que sediaram a Copa do Mundo.

Foram convidados artistas e coletivos de arte das 12 cidades, e  foram feitos dois encontros presenciais, um em Olinda (Pernambuco) na casa da Mãe Beth de Oxum em abril, e outro em São Paulo no Instituto Goethe em junho.

A  publicação ainda está em elaboração, será bilíngue (português – inglês) que pretende servir como mais uma referência para as manifestações que acontecerão nos países que abrigarão as próximas Copas do Mundo.

Aqui algumas fotos do encontro, performances dos artistas e grupos, e imagens das reuniões feitas durante o encontro presencial.  https://www.flickr.com/groups/2636455@N25/

Aqui gravação em áudio das apresentações sobre cada cidade, assim como musical do grupo Três de Fevereiro  https://archive.org/details/160127001

Aqui um apanhado geral das linkanias que o pessoal trocou durante o projeto – https://www.rebelmouse.com/Projeto_Copas/

 

Financiamento –  Funarte / Apoio Instituto Goethe

 

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Primeira cartografia (cartaz) do Projeto Copas – Instituto Goethe

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Caveirão em passeio público durante o encontro em São Paulo

 

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Olinda – Casa de Mãe Beth de Oxum

 

 

 

 

 

 

 

 

 

NAVE ESPECIAL – SESSÕES DE ESCUTA DE IMAGINÁRIOS ESPACIAIS

Esse trabalho foi realizado por Fabiane Borges e Pedro Belasco para a exposição “Artista como Translechuga” realizado na Galeria Pivô, Ed. Copan, maio de 2014 – São Paulo/SP.

Criamos uma Nave Especial, com materiais da Escola de Samba Pimpolhos da Grande Rio. Dentro da nave tinha luzes, sons espaciais, comunicação de rádio, player interativo para escuta de satélites novos e obsoletos.

As pessoas eram convidadas a sentar na mesa do piloto, interagir com o player e enviar mensagens para os extraterrestres, já que a nave ficaria pousada somente três dias naquele local, por ocasião daquela exposição.

As pessoas partilharam ideias, sensações, elaborações intelectuais, experiências com drogas, abduções, operações orgânicas, contatos com ovnis, entre outras coisas.

O resultado dessas sessões de escuta estão nesse áudio/vídeo – 

Fabiane Borges e Pedro Belasco – Projeto Funarte – Artista como Translechuga – Galeria Pivo. São Paulo, SP.

Para ver algumas fotos da nave, acesse esse link: https://plus.google.com/photos/108094216176169619701/albums/6029351345033530001?banner=pwa

 

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Laboratório de práticas rituais

 

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Fui convidada pelo Instituto Goethe a fazer um lab de práticas rituais e tecnoxamanismo, como resposta ao financiamento que eles deram para minha viagem para Berlim, por ocasião do transmediale. Foi super imersivo, intenso, foram dois dias  1 e 2 de abril de 2014. Fizemos algumas experiências como ruidocracia, processo imersivo, ritual para construir uma possível foto novela. aqui estão algumas fotos:

Para ver mais fotos, aqui:

https://plus.google.com/photos/108094216176169619701/albums/5997721290857330945?authkey=COSP5rqp7-OIGQ

 

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O Outro Canibal – no multitude = sesc pompéia 06/06/2014

Essa mesa foi com Davi Kopenawa, seu filho Darios Kopenawa, Claudia Andujar, Lucio Agra no multitude no Sesc Pompéia, foi muito emocionante estar numa mesa com o Davi, eu fiquei emocionada mesmo, teve uma hora que eu até tive que sair da sala pra conter o choro, porque eu acho que entendo o peso de um guardião da floresta. Ele falou sobre seu livro Falling Sky, que eu estou lendo e é maravilhoso, uma voz que tem que ser mesmo ouvida. Seu filho falou sobre a questão territorial Yanomami, e sobre as lutas que estão sendo travadas na floresta pra protegê-la contra o avanço civilizatório. Claudia mostrou fotos impressionantes sobre o xamanismo yanomami e Davi comentou uma por uma, e por fim eu falei de algo mais tecnoxamânico, tentando aproximar o indio e o pirata, o Davi Kopenawa do Peter Sunde do Piratebay.  Lucio Agra ficou fazendo a intermediação disso tudo. Foi bem bacana,

Aqui está o texto: O ìndio e o pirata – texto multitude

Aqui está o vídeo:

ttp://www.youtube.com/watch?v=jDInxqKv2fE

 

 

 

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O broto Velho – Fabiane Borges

 

Do Livro Heráclito – Exercícios de Anarqueologia de Hilan Bensusan, Leonel Antunes, Luciana Ferreira

Fonte do eterno envelhecimento, diz Heráclito. Pensando já nas reciclagens e gambiarras necessárias pra se produzir o “novo”, palavra preferida dos espíritos eternos. Se percebessem a velhice da flor que brota, não a chamariam broto.

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TECHNOMAGIC

TECHNOMAGIC

To yupana kernel

                                                                                                                                                                                                                      By Fabiane Morais Borges*

Translated by Pedro Machado Salazar

Reviewed by Rakhee Kewada and Lívia Achar Mourão.

… The other one, the Alchemist is living a high level of paranoia and clings to stones, metals and fire like someone who wants to invert the world order, or, at least, develop some kind of new abstraction. He fabricates silicic, extracts gold from computers and decomposes digital gadgets, returning matter back to its surroundings. He plants seeds and next to them places gold nuggets extracted from hardware. Some say: insane! Is the work worth it if you end up with nothing? Does the plant need this stone purified with battery water? And all the acids that you inhale, they won’t cause some disturbance? You spend your life among shattered mother-boards. And all this electronic garbage that surrounds you doesn’t intoxicate you1?

Intoxicated by a technological world in shatters he paces, scratching his chin while looking for cables of naked wire that may serve as conductors of energy, of electricity, of thought. When he gets lost in neurotic traps, he follows the wire spread on floor to find some path for his reasoning. Thoughts connect to the conductor wire by his pure attention, since their bodies do not cross each other yet. The wire is the materialization of some meaning, it is his way of connecting to the garbage, that for him is mining, a second nature, some way of exercising the profession of his youth, archeology. He makes his adventures in the trash.

Para continuar – tecnomagia-tradução ingles

 

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