Tecnoxamanismo no Ecologias Mediales!!

Martes de Onda me invitou a hablar sobre tecnochamanismo na perspectiva de sus encuentros “Ecologias Mediales”. El tema és mui parecido y tiene las mismas lineas de intereses de investigación.

O que las ecologias mediales tiene en comun com el tecno chamanismo?

Dónde nos puede llevar todo nuestro interés actual en el animismo? o que los medios tiene a ver con esto?

Ecologias Mediales. Martes 19 horas. Bogotá, Colômbia. todas bem venidas.
http://librepensante.org/hotglue/?ecologiasmediales/

ecologiasmediales

ecologías mediales
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CONVERSATORIO:
Martes 30 de Septiembre

Aproximaciones a lo que podrían ser las “ecologías mediales”:

POR:

+ Ana Maria Romano
+ Falon Cañón (por confirmar)
+ Pedro Soler (por confirmar)
+ Hamilton Mestizo
+ Jose Ricardo Delgado
+ Luka Caruba, Gina

Conciertos / performancias
Sabado 4 de octubre

A partir de las 8:00pm

Artistas:

David Medina
Pordiozero
Ladyzunga CyborGazmika MujerUltradigital
Ac y Dc Andrés Vilá Carlos Bonil
Ana Maria Romano Gomez
Maria Bronnikova y Hamilton Mestizo
Trilobite Falon Cañón
Proyecto Gulupa Rec Café-Bar Jose Ricardo Delgado Franco
Dualé Danza con tecnologia. EstereoTips. Net

DJ Set

Kid Watusi
Ojo /Scopo Juan Orozco

POR: Fabiane Morais Borges

Fabiane Morais Borges es artista, investigadora y Doctora en psicología del PUC (Sao Paulo, Brasil) y Goldsmiths University (London, UK). Su tesis doctoral es sobre la Cultura Espacial (satélites, cohetes y ocupación espacial por grupos autónomos).

Fabiane trabaja en arte, comunicación y tecnología, tiene experiencia com arte e movimientos sociales. Fue organizadora de eventos en Brasil como ACMSTC (Arte Contemporânea no Movimento dos Sem Tetos do Centro) en 2003, Submidialogia de 2005 a 2010, El Primer Festival Internacional de Tecnochamanismo en 2014 y Proyecto Copas -12 ciudades en tensión en 2014.

CHARLAS:
Martes 23 de Septiembre
POR: Carlos Padial

Artesano audiovisual. Estudia Fotografía Artística en la Escuela de Arte de Oviedo y pasa varios años trabajando como fotomecánico. En Madrid estudia el Curso de Cámara e iluminación Cinematográfica en una escuela de cine tradicional, y trabaja en una variedad de empleos relacionados con lo visual durante años. También participa de un taller-escuela de creadores visuales en Lavapiés Aventuras Visuales, donde descubre la profesión de educador, dedicándose desde entonces a impartir cursos y talleres sobre fotografía, cine y software de código abierto. Actualmente trabaja como artista 3D y desarrolla su labor con herramientas libres.

Está al cargo del desarrollo del workflow Elphel-Blender y de la dirección técnica.
http://www.surreal.asturnazari.es

POR: Simón Vialás

Ha trabajado durante años en la producción audiovisual y ha ido derivando hacia la divulgación e investigación en comunicación en Europa y Latinoamérica. Los cambios y oportunidades que el copyleft puede brindar al ámbito cultural le han llevado a realizar un doctorado en comunicación en la UAB, su tesis trata sobre los modelos abiertos de producción y distribución de cine documental.
En KinoRAW es el encargado de la producción y documentación del proyecto.

@simonvialas / simonimo@joindiaspora.com

http://uab.academia.edu/SimonVialas

“Video para multimedia”, Grado Multimedia (UOC)

Tecnochamanismo – Tecnología, Subjetividad y Conocimentos Ancestrales
19:00H
Inauguración “Openlab: Producción audiovisual con software libre y hardware abierto.”
17:00H

Vampiros da Corrogênese no Antropoceno

Texto escrito como retorno ao devir vampiro acionado em Medellin por conta da minha residência na Jaquer Escool no Platohedro em setembro de 2014.

Para ler inteiro: Vampiros da Corrogênese no Antropoceno

“É nessa paisagem que quero colocar nossos vampiros da corrogênese10. Nessa terra do lixo, nas
cidades desérticas, num planeta já débil que não se sustenta inteiramente, atacado por um vírus
inteligente e sem limites que são os humanos. Coloco-os nessa cena sabendo que estão em todas as
outras. O fato de serem vampiros não credencia-os para o bem ou para o mal. Mas eu prefiro me
referir a nosso personagem conceitual, que é plural, como seres imortais atentos a seu tempo,
correspondentes aos desígnios e urgências da Terra, sua eterna morada. Talvez sejam eles os únicos
herdeiros da Terra de fato, enquanto os humanos não lhe fazem companhia na duração da vida.
Imagino a dor desses vampiros em ver sua residencia permanente, ser destruída pelos fazedores de
fumaça, adoradores de xawara, sempre atrás do metal e do ouro. Os filhos do carbono, fossilizados.

É nesse lugar do antropoceno que a nova geração de vampiros produz a corrogênese. Seu modesto
papel de recicladores da Terra. Corroem as estruturas da civilização, com seus processos alquímicos
e dissolventes. Sua ação árdua e estimulante de resgatar o animismo debaixo do lixo civilizatório.
Talvez um dos seus primeiros passos para isso seja ouvir os resíduos. Porque vampiro é morcego, se
orienta por barulhos, por ecos. Detectam através de ondas ultrasônicas a localização daquilo que
parece estar invisível”.

Ficción y Ruidocracia en El Parche – Bogotá!!!

bogotá

Para ver la metodologia utilizada en el taller, ver aqui Oficina para Bogotá

Gracias a las hermanas de Martes de Onda, El Parche y Fosschix!! de Bogotá – Colômbia

en especial a Ana Sabogal que me invitou y fue compañeira de todo el processo.

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Esse taller tem como objetivo esticar os sonhos, aumentar o delírio, ampliar as perspectivas, produzir espelho sobre seu próprio desejo, inscrevê-lo no grupo, produzir os ruídos referentes a cada estágio do processo, reconhecer os delírios um dos outros de forma anônima, ressignificar seus próprios desejos, destruir algo com força, criar a dimensão do risco, promover um espaço catártico, trazer o ruído de cada um à tona, misturar os desejos e as megalomanias. Picotá-los, mistura-los entre os cacos quebrados (quebra de pratos como ritual de abundância e abandono),ter uma visão sobre o que os cacos de sonhos e cacos de pratos (objeto humano) misturados insinua, que imaginários promove. Por fim devolver os desejos queimados a fogo, plantá-los na árvore e os pratos de barro para a Terra. Fechar o ciclo.

1- imaginar desejos grandiosos – megalomaníacos – delírios de grandeza – escrever em um papel

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2 Trocar os papéis e assimilar os desejos de grandeza um dos outros – vendar os olhos e começar a expressá-los

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3 Enquanto o ruído vai se processando, as pessoas vão criando a ruidocracia, enquanto os sons que emitem vão sendo devolvidos através das layers de gravação, junto com o ruído local, o ruído sonoro

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4- Abrir os olhos e expressar através de ruídos ou emissão dos delírios, quebrando pratos de barro com força no chão, criando impacto ao proferir os desejos de grandeza e infinitude

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5- Imagem dos pratos de barro quebrados, junto com os desejos partidos que estão entre os escombros -

separar os cacos em um saco, e os pedaços de megalomania em um prato de barro

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6- Colocar fogo nos pedaços misturados das megalomanias – depois de virarem cinza, plantá-los junto a uma árvore

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7- Colocar os cacos de barro em volta de árvores em uma praça pública

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8- Quanto mais quebrados os cacos melhor. Devolver o barro ao barro.

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Resultados da Residência no Platohedro – Jaquer Escool – Medellín

Residência de três semanas, onde trabalhamos a ideia de FICÇÃO E RUIDOCRACIA, com o mote do tecnoxamanismo. Entramos em processo ritual.

1º) mostra dos meus trabalhos pregressos, e minhas referências intelectuais, de onde eu parto, qual tem sido as fantasias que tem aparecido, em que isso pode contribuir com as pessoas, etc.

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2º ) Criação do ritual – que se passou como um rito de iniciação para vampiros – uma experiência com o ruído a partir do silêncio da voz, em conexão com os  circuitos eletônicos e da experiência física. Não foi aberto ao público. Só participou quem estava inscrito nas oficinas. Um a um passaram pelo processo de iniciação, e os iniciados iniciavam os outros, e assim sucessivamente, até virar uma janta de vampiros iniciados.

aqui o vídeo.

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3º) Uma apresentação de ruídos no evento El Suche, que acontece a 8 anos –  fora do Platohedro, em um bar. Lá passamos imagens e fizemos um show de vampiros… foi legal porque a catarse sonora da primeira experiência (cena de los vampiros) deu espaço pra um som que foi procurando conversar…pARA OUVIR:  uma conversa entre circuitos de vampiros.

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4) Aqui o texto que fiz sobre toda essa experiência ”  ritual no patrohedro

É nesse lugar do antropoceno que a nova geração de vampiros produz a corrogênese. Seu modesto papel de recicladores da Terra. Corroem as estruturas da civilização, com seus processos alquímicos e dissolventes.Sua ação árdua e estimulante de resgatar o animismo debaixo do lixo civilizatório. Talvez um dos seus primeiros passos para isso seja ouvir os resíduos. Porque vampiro é morcego, se orienta por barulhos, por ecos. Detectam através de ondas ultrassônicas a localização daquilo que parece estar invisível.

Ruidocracia y Ficción y Reación en Cadena en el SUICHE

Suiche é uma casa de concertos voltado ao noise e a experimentação eletrônica em Medellín… Fomos convidadas para fazer uma ação com os vampiros nessa terça feira 09/09/2014. Não vamos conseguir fazer o ritual todo que fizemos no Platohedro, mas vamos dar uma palhinha com circuitos e nossas roupas de vampiros.  Sobre o porque o vampiro foi escolhido como figura da vez, não sabemos ainda, mas estamos já em discussão sobre o que nos levou a eles, estamos em plena produção da ópera dos morcegos. Quem vai participar é a galera que fez as oficinas de ficção e ruidocracia no Platohedro, e que já estão na experimentação ruidocrática a um tempo. Muito feliz de estar participando desse processo de formação da Hacker School do platohedro – http://platohedro.org/?p=2201

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Acá, el sonido que hiciemos : https://archive.org/details/JaquerEsCoolEnElSuiche en EL SUICHE - Medellín –  Con ruídos, ciruitos, circuit bending, guitarra, flauta indígena, projeção de imagens:

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Sem etnia e com o Faro Aguçado

Texto para o Outras Palavras – Coluna Fêmea

Também era companheira, emprestava o ouvido para as histórias mais tristes, dormia junto com os solitários, com as vazias, fazia massagem, falava asneira. Criou uma rede interdependente, com quem contava nos dias de seca, sem dinheiro, sem abrigo, quando bêbada perdia a hora, o celular, a entrada, a dignidade, quando toda sua pobreza pesava. Era frequentadora dos abismos. Apesar do nariz empinado lhe levar pro alto, para as festas mais badaladas, para as classes menos operárias, pro champanhe de graça com fartos comentários sobre cinema e bolsa de valores, não era raro voltar ao lugar de origem, o abismo. Naquele lugar ficava mais atenta ao eco do mundo, se irmanava com os desvalidos, com as que não tinham força pra conseguir com aquilo tudo que era prometido na televisão. Ela sabia que era feita para viver como larva, toda sua condição existencial a levava nesse sentido. O lugar onde a gravidade puxa mais forte. E assim, rente ao chão por vezes chorava. Não sofria só por si mesma e seus companheiros fodidos, mas também pelas plantinhas que já não existiam na volta do poço sem fundo, não havia mais árvore para acolher sua dor, a beira do abismo era um cemitério de árvores. A fumaça sufocava o grande buraco junto com o barulho da fábrica. Não havia consolo ali, apesar de saber que era dali que tinha brotado, como um pasto mil vezes ruminado e por fim expelido pelo reto de algum bode desalmado. Era difícil fazer poesia ali.

Para ler mais, aqui:

http://pt.scribd.com/doc/238237135/Sem-Etnia-Do-Faro-Agucado

Un Café con los Arquetipos – Charla en Centro C. G. Jung – Medellín

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http://www.jungcolombia.com/2013/05/centro-c-g-jung-de-medellin-quienes.html

“Tecnochamanismo”. Un conversatorio con entrada libre este lunes en el Centro C. G. Jung de Medellín.
inscripciones en eventos@jungcolombia.com.

Sobre Fabiane Morais Borges:

Fabiane Morais Borges es artista, investigadora y Doctora en psicología del PUC (Sao Paulo, Brasil) y Goldsmiths University (London, UK). Su tesis doctoral es sobre la Cultura Espacial (satélites, cohetes y ocupación espacial por grupos autónomos).

Fabiane trabaja en arte, comunicación y tecnología, tiene larga experiencia teatro y performance al seno de diversos grupos. Fue organizadora de eventos en Brasil como ACMSTC (Arte Contemporânea no Movimento dos Sem Tetos do Centro) en 2003, Submidialogia de 2005 a 2010, El Primer Festival Internacional de Tecnochamanismo en 2014 y Proyecto Copas -12 ciudades en tensión en 2014.

Es autora de 2 libros (Domínios do Demasiado 2010, Breviário de Pornografia Esquizotrans 2010) y ha coordinado otros 2 sobre arte, comunicación y tecnología (Ideias perigozas 2010 – Peixe Morto 2011). Actualmente vive en Rio de Janeiro.

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