livros e textos – escaneados -
http://www.letsremake.info/
lets re-make (livraria virtual)
22 Jan 2011 Leave a Comment
in livros
aquilo que vai morrer e aquilo que vai viver – leitura do texto de Juliana Dornelles
20 Jan 2011 1 Comment
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texto de Juliana Dornelles, parte do Livro Submidialogias – “IDEIAS PERIGOZAS”
leitura da fabiborges
comecando fazer radio
20 Jan 2011 Leave a Comment
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Comecamos fazer uma radio aqui em londres, a ideia ‘e acompanhar os movimentos agaist cuts, os book shops, o movimentos anarquistas, squats e algumas exibicoes, conteudos que estao sendo discutidos na universidade, assim como filosofia, arte contemporanea, performance, movimentos sociais… musica, experimentacoes…
Nesse dia especifico (19/01/2011) fizemos algumas leituras do SEU, do Dominios do demasiado, de algumas revistas que estamos lendo, discutimos sociedade de controle, arte against cuts, escuta e paranoia, vigilancia, medo e autonomia, diferenca entre squats e ocupacao sem teto, paralelos entre uk e brasil…
A ideia ‘e aproveitar nosso tempo aqui para compartilhar novos conhecimentos, pensamentos e processos que estamos experimentando, pra fazer o pensamento circular e nao deixar essa experiencia cair so na nossa memoria…. mas na memoria coletiva….
AQUI ESTA O AUDIO DO NOSSO PRIMEIRO PROGRAMA DE RADIO:
http://www.archive.org/details/RadioCasaCamila
mais fotos aqui:
http://www.facebook.com/album.php?aid=282855&id=598339469&l=124e61221f
dinamicas de grupo – confraternizacao dos corpos – modalidades construidas a partir do artagaistcuts…
20 Jan 2011 Leave a Comment
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Art agaist cuts, alem de ter um projeto especifico, de se opor as novas tendencias politicas da economia britanica, ou ainda, de ir especificamente contra a ideia de cortes dos financiamentos da arte e educacao, tem tambem um outro tipo de mobilidade, que sao os encontros.
Os encontros sao feitos com muitas dinamicas de grupo, reconhecimento das parcerias, espacos abertos para exposicao, manifestacao de ideias, crencas, desejos…
No ultimo encontro que fui, assisti muitos trabalhos de grupo. Eu considero esses trabalhos meio old fashion, com eficiencia limitada, mas com alguma funcionalidade.
Os corpos aquecidos, reconhecidos, sentem-se mais a vontade para expressar suas questoes, pra se sentir a vontade de manifestar-se, discordar, levantar questoes, etc.
Tenho pensado em outros processos, talvez mais imersivos, menos mediados, mais autonomos, menos constritos, com menos presenca do facilitador, o que considero sempre uma figura de poder, com ideologia de neutralidade, que esta acima das questoes e das expressoes….
a ideia da radio me soa como uma alternativa nos grupos, diversas radios… caimos de novo na ruidocracia…. depois falo mais…
Leituras do dominios do demasiado – livro da fabiborges… por Amelia Monteiro, Felipe Ribeiro, Ariane Stolfi na fazenda de Tereza
17 Jan 2011 2 Comments
in audio files
aqui esta o livro pra baixar: 2631_2738-dominios
aqui estao os audios do livro:
http://finetanks.com/records/fazenda_santa_maria/dominios_do_demasiado/
Elia_Sleiman – palestinian actor and filmmaker
14 Jan 2011 Leave a Comment
http://en.wikipedia.org/wiki/Elia_Suleiman
Elia Suleiman is sensitive, chronical director, talk with sensitiveness about the fronteir between israel and palestine with a specific look at daily life….
it is a very interesting point of view
Chronicle of a Disappearance (1996), War and Peace in Vesoul (1997), Cyber Palestine (1999), Divine Intervention (2002)
Samira Makhmalbaf
14 Jan 2011 Leave a Comment
http://en.wikipedia.org/wiki/Samira_Makhmalbaf
filmography:
- The Apple(Language: Persian)
- Blackboards(Language: Kurdish)
- God, Construction and Destruction as part of 11’9”01 September 11(Language: Persian)
- At Five in the Afternoon(Language: Persian)
- Two-Legged Horse
Acho que a Samira tem um olhar classico, ousado e profundo dos contextos do middle east – fronteiras, nomades, mulheres querendo ser presidentes, vale a pena tambem tentar baixar alguns documentarios sobre ela fazendo o filme, pois ‘e moca nova, tem a urgencia do desespero nos atos, cortes e luzes.
blackboards is about kurdish people – between iraque and iran – frontier space… beautiful movie
At five in the afternoon is about a girl in iran, she wants to be president, it is a big trip…
production is also political – alexandre freire and fabiane borges – Paralelo magazine – 2010
14 Jan 2011 Leave a Comment
in textos e pdfs da fabiborges
Texto de Fabiborges e Alexandre Freire – criado a partir do Evento de Midia e ecologia – Paralelo (Inglaterra – Brasil)
O texto fala de producao como politica, trazendo varios exemplos de dinamicas criadas pelos participantes dos festivais Submidialogia,
como imersao, convivio, radio livre, aprofundamento de projetos coletivos, trabalhar em rede, etc.
Aqui o texto disponivel em ingles:
production is also political – tactics for production of brief enconuters
Paralelo: Unfolding Narratives PDF downloads
http://www.virtueelplatform.nl/2488#2930
netroots – uk – 01/2011
14 Jan 2011 Leave a Comment
Fui meio que desavisada nesse encontro dos netroots –
http://www.netrootsuk.org
/ – tinha cerca de 400 pessoas e a ideia era discutir o papel da internet nas lutas sociais, nas campanhas sociais ou ainda social media. Nenhuma discussao sobre software livre estava em questao, apesar de ter reconhecido varios participantes do movimento no encontro. As discussoes giraram entorno dos cuts que a inglaterra esta passando no momento, mas ao mesmo tempo, tinha um discurso de que os cuts era uma desculpa para trazer o movimento enfraquecido na decada passada, a tona novamente.
Os grupos que participaram do encontro eram de diferentes movimentos sociais, associacoes, ongs, cooperativas de uk, que estao ou estarao sofrendo economicamente com as novas decisoes do governo. Mas para alem da proposta de reversao de algumas dessas decisoes, a ideia de se juntar e fazer corpo e pressao diante do governo, para desencadear novos processos democraticos, parece animar as pessoas, ja que muitas delas eram 10 anos atraz ativistas do movimento anti-globalizacao, participaram efetivamente de todo historico dos squats e das ocupacoes. Hoje em dia sao dirigentes de organizacoes, professores universitarios, donos de book shops, etc, e trazem consigo certa faisca de revificacao do movimento anti-globalizacao.
Apesar de nao se falar em software livre, houve bastante preocupacao com a questao da seguranca dos ativistas, workshops e cursos de como ter mais seguranca para enviar mensagens suspeitas sem serem pegos. O encontro dos netroots e bem diferente dos grupos de estudantes, apezar de ser obvio um certo hippismo nas pessoas e nos seus comportamentos. Mas a questao e’ que se trata de diferentes geracoes, e perspectivas em relacao ao movimento. os netroots ja estao bem mais marcados pelo peso da burocracia, enquanto que os estudantes ainda tem um frescor que surpreendeu muitos anarquistas, militantes dos 80 e 90, pois trazem uma inovacao no estilo, nas tecnicas e nos discursos.
A grande questao ‘e se esses movimentos se manterao somente como luta contra os cortes dado pelo governo, ou se tera forca para reascender as lutas sociais da inglaterra e por conequencia da europa. Pra mim a grande angustia do encontro era essa, sobre cuts or democracy?
Tenho conversado com muitos grupos que estao percebendo esses cortes como plataforma para reorganizar a sociedade civil e o desejo de trazer a tona novas lutas que acelerem processos democraticos, assim como a luta contra a globalizacao infinita. Ao mesmo tempo em que se evidencia o carater cada vez mais institucionalizado das lutas sociais. O departamento para cada luta, como por ex, direitos humanos de um lado, questao da imigracao do outro, a questao da guerra no outro, revivindicacao estudantil do outro, torna as lutas segmentarias. individualizadas, compartimentadas. o que implica na dificuldade de fortalece-las. A institucionalizacao das lutas sociais tem enormes prejuizos para o plano coletivo de mudanca, mesmo que seja a forma que essas lutas ganharam alguma evidencia no decorrer dessas ultimas decadas.
A questao da precariedade e pauta ainda. mais e mais gente sem trabalho, sem garantia, agora sem welfare, com custos elevados em todo tipo de consumo intelectual ou outros… a perda de direitos conquistados ou distribuidos nos anos anteriores.
sem duvida e um grande momento para uk, basta saber o que vai acontecer daqui para frente.
na exposicao de videos de Raed Yassin
13 Jan 2011 Leave a Comment
Raed Yassin ‘e de Beirut, perdeu a mae na guerra de 2006, tem feito desde entao interessantes video-artes que tratam das historias da guerra, e da constante reconstrucao da cidade de Beirute. Diz que ‘e de uma geracao que assistiu varias guerras, e perdeu pessoas importantes nelas. Pensa que existe um certo oportunismo de curadores europeus, obcecados por historias de guerras circulando desde ha muito tempo aquelas bandas, ele ‘e um dos artistas que passou ser reconhecido mundialmente, por tratar desse assunto de maneira bem particular. aqui tem algumas informacoes dele:
http://www.myspace.com/raedyassin
Achei alguns trabalhos muito interessantes. primeiro porque as trilhas trabalham com radio, com noticias, das ‘epocas de guerra, ‘e a partir disso que monta os videos-arte, que trata de assuntos politicos mas com o olhar do artista visual, o que foge da ideia de documentario. um dos trabalhos que gostei foi uma ancia vendo as noticias de guerra na televisao, todas suas reacoes, seus nervosismos, seus cansacos, voyerizados da janela da sua casa. A partir desse dispositivo ele traca um perfil de como pessoas idosas viveram a guerra, a partir de noticias, de quedas de antenas, de gambiarras, de senhoras velhas olhando pela janela contemplando o estado civil que se encontravam.
Outro trabalho que achei muito bacana foi um apanhado de filmes populares do libano que versam sobre as mais diferentes historias relacionadas a autoritarismo, policia, sexualidade, genero, relacao de classes, militares. Ele faz uma especie de cut up de varios filmes e vai reconstituindo a historia da subjetividade libanesa.
infelizmente nenhum dos filmes ainda estao disponiveis. isso foi pedido para o artista no encontro, que fala tambem da geracao upload, de como a radio voltou a ser um forte meio de comunicacao na populacao a partir das noticias de guerra.















